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Apartamento à venda com 1 quarto R$ 695.000
Pinheiros, Microrregião de São Paulo


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Lindo apartamento no Summit Pinheiros, que oferece o privilégio de ter o melhor aos seus pés, ao lado de importantes avenidas da cidade e renomados shoppings. Morar aqui é conviver com lazer, esporte, cultura e entretenimento. É desfrutar de uma vasta gama de serviços, das riquezas em opções gastronômicas, das atividades no Parque Villa Lobos, das ciclofaixas e ciclovias e de todas as facilidades de estar ao lado da estação Pinheiros, que integra Metrô, trens e ônibus no mesmo terminal, aproximando o bairro a qualquer lugar da cidade.
Pinheiros é um distrito situado na zona oeste do município de São Paulo e é administrado pela subprefeitura de Pinheiros, tido por alguns historiadores como um dos mais antigos distritos paulistanos, serviu por muito tempo como passagem dos tropeiros para a Região Sul do Brasil. A área do distrito é limitada pelo Rio Pinheiros, Av. Prof. Frederico Herman Júnior, R. Natingui, R. Heitor de Andrade, caminho de pedestres entre a R. Heitor de Andrade e a R. Cristóvão de Burgos, R.Paulistânia, R. Heitor Penteado, Av. Dr. Arnaldo, Av. Paulo VI, R. Henrique Schaumann, início da Av. Brasil, Al. Gabriel Monteiro da Silva, R. Groenlândia, Av. Nove de Julho, Av. Cidade Jardim, até chegar novamente ao Rio Pinheiros. É um dos mais sofisticados distritos do município, tem intensa vida cultural e gastronômica. Entre as etnias estrangeiras predominantes no distrito destacam-se os alemães, italianos, judeus, franceses, portugueses, japoneses, chineses e coreanos. Entre os imigrantes brasileiros destacam-se os cariocas, em especial na região da Rua Fradique Coutinho. A região de Pinheiros é considerada pela grande maioria dos historiadores como o primeiro bairro de São Paulo, tanto por suas origens indígenas quanto portuguesas. Após a chegada dos jesuítas ao planalto que originaria a cidade de São Paulo, um grupo indígena se instalou, por volta de 1560, às margens do rio Grande - que posteriormente conhecido como rio Pinheiros - supostamente no local hoje ocupado pelo largo de Pinheiros. A área fazia parte de uma enorme sesmaria doada por Martim Afonso de Sousa a Pero de Góis, em 1532, cujas terras se estendiam do Butantã à cabeceira do riacho Água Branca. Em 1584, essas terras passaram a pertencer a Fernão Dias Paes. Há divergências sobre a origem do nome de 'Pinheiros'. Geralmente aceita-se que seja devido à grande ocorrência de araucárias nas terras onde o bairro surgiu. Entretanto, João Mendes de Almeida, em seu livro Dicionário Geográfico da Província de S.Paulo[2], discorda dessa versão. Segundo ele, os índios tupi chamavam o rio de Pi-iêrê, que significa "derramado", em alusão ao transbordamento das águas que alagava as margens. Por corruptela, a palavra Pi-iêre teria se transformado em Pinheiros. A existência dos pinheiros, segundo o autor, serviu "só para operar mais facilmente a corruptela". Parte de sua taba ficava no atual Largo da Batata, um local protegido das habituais inundações das margens do rio. Essa região habitada pelos indígenas tornou-se uma vila conhecida como Farrapos, e para a catequese dos índios foi erguida uma igreja com o nome de Nossa Senhora da Conceição. A área de Pinheiros naquela época correspondia ao território que se estende desde o Butantã até parte do Pacaembu. Pertencia a uma sesmaria doada por Martim Afonso de Sousa a Pedro Góes em 1532 e que, a partir de 1584 passou a pertencer a Fernão Dias. Este último foi um dos responsáveis pela expulsão provisória dos jesuítas do local, pois como bandeirante não concordava com a postura jesuíta contra a escravização dos índios. A vila indígena, que passou a ser conhecida como Aldeia dos Pinheiros, ficava isolada da vila paulistana devido à topografia da região. Apesar disso, sempre foi importante por causa do estreitamento das margens do rio Pinheiros, o que facilitava muito sua travessia e acabou tornando-se um trecho obrigatório de diversos caminhos que cruzavam a região, sejam de indígenas ou bandeirantes. Sua importância acentuou-se com a construção de mais vilas ao sul e de uma ponte que atravessa o rio. Essa ponte foi muito utilizada nos séculos seguintes e, por ser destruída regularmente devido às enchentes, foi substituída por uma de metal em 1865. No início do século XVII, o Caminho de Pinheiros (que atualmente corresponde à rua da Consolação, à parte alta da Av. Rebouças e à rua Pinheiros) era um dos mais destacados da Vila de São Paulo, por ser o único acesso à aldeia e a outras terras além do rio. O desenvolvimento econômico e populacional do bairro posteriormente foi causado pelo sítio do Capão, uma propriedade altamente produtiva que se localizava nas terras da sesmaria, principalmente quando esta se encontrava sob comando de Fernão Dias Paes Leme, o "Caçador de Esmeraldas" e neto do antigo dono da sesmaria. A região de Pinheiros possuía também uma boa quantidade de quilombos, os esconderijos e moradas dos escravos que fugiam de seus senhores e lá se instalavam devido às boas condições oferecidas pelo bairro com sua abundância de terrenos baldios e mato muito espesso. Nesses quilombos também se abrigavam assaltantes que atacavam viajantes que passavam por Pinheiros, por volta do século XVIII. Solicitada desde 1632, uma ponte de madeira sobre o rio foi construída apenas no século XVIII, ligando a região às vilas de Parnaíba, Cotia, Itu e Sorocaba. A ponte foi várias vezes destruída, principalmente por enchentes, cabendo aos moradores das vilas vizinhas arcar com as despesas de reconstrução. Somente em 1865 foi erguida uma ponte de metal. Além da ponte, os moradores custeavam a manutenção do Caminho de Pinheiros que levava ao centro da vila de Piratininga, passando pela atual rua Butantã, Largo de Pinheiros, rua Pinheiros, Avenida Rebouças e rua da Consolação.[4] Em 1786 iniciou-se a construção de estrada ligando Pinheiros aos campos de Santo Amaro, o que hoje corresponde à Av. Faria Lima. Posteriormente, a estrada foi estendida para o sentido oposto até a Lapa, e este novo trecho recebeu o nome de Estrada da Boiada, hoje rua Fernão Dias, rua dos Macunis e Av. Diógenes Ribeiro de Lima. A região foi pouco habitada ao longo do século XIX, chegando ao seu final com 200 casas. A primeira padaria foi inaugurada em 1890 e a segunda em 1900. Havia um pouso para tropeiros e a economia era baseada em agricultura, carvoarias e, devido à excelente argila, olarias. Nestas eram fabricados tijolos e telhas que aos poucos foram substituindo o pau a pique nas construções de toda a cidade de São Paulo. A linha de bonde ligando Pinheiros ao centro da cidade foi iniciada em 1904 e, passando pelo cemitério do Araçá, chegava até o cruzamento da rua Teodoro Sampaio com a Capote Valente. Como não havia um pátio de manobras, os bancos do bonde eram virados. O Largo de Pinheiros foi alcançado apenas em 1909, após drenagem e aterro em toda a área entre os dois pontos. O Mercado de Pinheiros foi inaugurado em 1910 e não passava de uma área cercada por arame farpado com pequeno galpão no centro, onde agricultores locais e de Cotia, Itapecerica da Serra, Carapicuíba, Piedade, MBoy, etc. comercializavam seus produtos.[5] A área que ficava entre o Mercado de Pinheiros e o Largo de Pinheiros, e que, a partir do início do século XX, começou a receber os agricultores de Cotia (predominantemente japoneses) que dirigiam-se à Vila de Pinheiros para comercializar batatas (o principal produto agrícola de Cotia nas primeiras décadas do século XX) e lá estacionavam sua carroças e animais, acabou sendo denominada, por essa razão, de Largo da Batata. Os moradores de Pinheiros estão próximos de escolas renomadas e de algumas das principais universidades do país. Os pais podem escolher entre escolas de diferentes vertentes, como as escolas Vera Cruz e Alecrim, com foco humanista, o Colégio Palmares, um dos mais bem colocados no Enem em São Paulo, o Colégio Franciscano Stella Maris, que adota uma disciplina mais rígida e o Colégio Notre Dame. Há uma grande variedade de escolas de cursos de idiomas, como Yázigi, Cultura Inglesa, Wizard e Cel.Lep. O bairro é próximo da Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Pontifícia Católica (PUC), Faculdade de Engenharia de São Paulo (Fesp), Universidade Paulista (Unip), Faculdade Sumaré e Universidade São Judas Tadeu. Pinheiros é um polo da gastronomia paulistana e conta com uma ampla gama de bares e restaurantes, para todos os gostos: modernos e descolados, veganos, étnicos, tradicionais, pizzarias, além de cafés e docerias. Estão localizados no bairro alguns dos restaurantes mais conhecidos da capital, como Don Curro, Arturito, da chef Paola Carosella, El Mariachi, Vecchio Torino e Jun Sakamoto. Outros destaques são o pub Vila das Rosas, a italiana Vinheria Percussi e o argentino Che Bárbaro e o Maní, com um cardápio contemporâneo. Os cafés e as docerias não ficam atrás: Sofá Café, Coffee Lab e The Gourmet Tea são alguns destaques. Quem deseja um doce delicioso pode visitar a sorveteria Frida & Mina, a Maria Brigadeiro ou a Confeitaria Dama. O bairro é ideal para quem busca um estilo de vida ativo, saudável e próximo ao verde. Com 732 mil metros quadrados, o Parque Villa-Lobos é um dos maiores da cidade e conta com biblioteca e uma programação animada. Os moradores também podem chegar com facilidade ao Parque do Ibirapuera, cartão-postal da cidade idealizado por Oscar Niemayer e que conta com museus, lagos e uma imensa área verde. Os melhores clubes da cidade também são próximos, como o Esporte Clube Pinheiros, a Asssociação Brasileira Hebraica e o Jockey Club, que está do outro lado da Marginal Pinheiros. No fim da tarde, os moradores do bairro frequentam a Praça Pôr do Sol, localizada no Alto de Pinheiros e, aos domingos, visitam a feira da praça Benedito Calixto, repleta de antiguidades, itens de decoração e comidinhas, além de apresentações de música brasileira e chorinho. Quem gosta de sebos pode aproveitar, além das lojas, a Praça Victor Civita, que sempre tem uma atração cultural. E não para por aí: o bairro dispõe de ótimas salas de teatro, como a Cultura Inglesa e a Paulo Autran e diversos museus, como o Museu da Casa Brasileira, o Museu da Pessoa e o Museu da Imagem e do Som. Poucos bairros da cidade possuem tantas opções para um happy hour ou balada. Além das dezenas de bares no bairro, a vizinha Vila Madalena é uma das maiores efervescências culturais da cidade, com bares, restaurantes, atrações culturais e lojas descoladas. Outras opções de compras são os shoppings que estão a poucos minutos de carro: Eldorado, Villa-Lobos e Iguatemi, que conta com marcas luxuosas como Chanel e Christian Louboutin.

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